Uma mulher de 41 anos foi ameaçada de morte pelo ex-namorado, pois ele não aceitava o fim do relacionamento.
Somente no primeiro semestre deste ano, quase 73 mil denúncias de violência contra a mulher chegaram através do telefone 180, em todo o país. E em Tubarão, essa estatística ganhou mais um número na noite de terça-feira.
Uma mulher de 41 anos foi ameaçada de morte pelo ex-namorado, pois ele não aceitava o fim do relacionamento.
De acordo com a Polícia Militar – PM, o crime chegou ao conhecimento da guarnição, que foi acionada via Central Regional de Emergência. Os agentes então se deslocaram até o endereço, no bairro Humaitá, onde a vítima relatou que estava sendo ameaçada por seu ex. O caso aconteceu por volta das 20h30.
A vítima relatou aos policiais que seu ex-namorado estava lhe ameaçando de morte fazia uma semana. Além disso, ontem, ele afirmou que iria atear fogo na casa onde ela está morando de aluguel. Para a mulher, o acusado teria dito que cometeria o crime, pois não aceitava que eles não estavam mais juntos.
Além disso, segundo a mulher, o homem também não aceitava que ela tivesse alugado um quarto na casa de um idoso de 75 anos, onde está morando atualmente. Se não bastasse a ameaça à mulher, o homem também teria ameaçado o proprietário da residência alugada por ela.
A polícia fez rondas, mas o acusado não foi encontrado. Diante dos fatos, foi realizado um boletim de ocorrência e os envolvidos foram orientados.
Entre as principais agressões denunciadas pelas mulheres através do 180 estão: cárcere privado, violência física, psicológica, obstétrica, sexual, moral, patrimonial, tráfico de pessoas, homicídio e assédio no esporte. As denúncias também podem ser registradas pessoalmente nas delegacias especializadas em crime contra a mulher.
A partir da sanção da Lei Maria da Penha, o Código Penal passou a prever estes tipos de agressão como crimes, que geralmente antecedem agressões fatais. O código também estabelece que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham prisão preventiva decretada se ameaçarem a integridade física da mulher. Além de crime, a Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda considera a violência contra a mulher um grave problema de saúde pública.
Com informações do Jornal Diário do Sul